Amaury Costa Brito
Amaury Costa Brito

Natural de Belém do Pará, o pesquisador visual chegou em São Paulo em 1982, já formado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade do Estado do Pará, para o curso de especialização em Anatomia Botânica na Universidade de São Paulo.

Na mesma Instituição, ainda se especializou em Exercícios do Olhar uma Fenomenologia através da Arte, tornando-se, mais tarde, mestre em Artes com a tese "A autoria como singularidade presente na obra de Andre Tarkovsky”. Posteriormente, cursou a segunda graduação - com licenciatura - em Artes Visuais, pela Universidade Belas Artes de São Paulo. Com ampla experiência nos campos da educação e das artes, seu percurso profissional inclui trabalhos realizados para o Museu do Futebol, Fundação Bradesco, A.W. Faber Castell, Centro de Cultura Judaica, Fundação Bienal de São Paulo, Museu de Arte Moderna de São Paulo, Centro Itaú Cultural, Senac/SP, CUBA SP, Embrapa, Pinacoteca, Universidade Estacio Uniradial, FAMEC, UNICSUL e FMSP, exercendo funções diversas como consultor de artes, formador de professores, consultor e coordenador de produção de materiais educativos e didáticos e consultor em arte educação, além da docência em história da arte, multimeios, prática de ensino e metodologia de pesquisa de arte, pintura, desenho, entre outras disciplinas. (Foto: CEDAE/ PRX/ IFSP)

Anahí Borges
Jera

É formada em Audiovisual pela Universidade de São Paulo, com ênfase em produção e roteiro, e especialista em roteiro no Centro Sperimentale di Cinematografia di Roma – Scuola Nazionale di Cinema.

Como roteirista e assistente de direção atuou em diversos curtas-metragens brasileiros e italianos, exibidos em festivais na América Latina, Europa, Ásia e EUA. Colaborou no curta “L’estate che non viene” (64º Festival de Cannes – Cinéfondation) e roteirizou “Portorosa”, durante o Rèsidence do Festival de Cannes, ambos de Pasquale Marino. Para a Rede Globo Brasil, foi segunda assistente de direção na telenovela Passione, no período das filmagens na Toscana. Desde a volta ao Brasil, está à frente de inúmeros projetos da Aranhas Films na qualidade de idealizadora, diretora e produtora. Como diretora de audiovisual, já participou do Talent Campus Buenos Aires – Berlinale, além de ter sido vencedora do Prodecine 1/2016 pelo Fundo Setorial do Audiovisual. No momento, Anahí prepara seu longa-metragem "É tempo de amoras".

Cao Guimarães
Cão Guimarães

Cineasta e artista plástico, Cao Guimarães nasceu em 1965, em Belo Horizonte, onde vive e trabalha. Atua no cruzamento entre o cinema e as artes plásticas.

Com produção intensa desde o final dos anos 1980, o artista tem suas obras em numerosas coleções prestigiadas como a Tate Modern (Reino Unido), o MoMA e o Museu Guggenheim (EUA), Fondation Cartier (França), Colección Jumex (México), Inhotim (Brasil), Museu Thyssen-Bornemisza (Espanha), dentre outras. 
Participou de importantes exposições tais como: XXV e XXVII Bienal Internacional de São Paulo, Brasil; Insite Biennial 2005, México; Cruzamentos: Contemporary Art in Brazil, EUA; Tropicália: The 60s in Brazil, Áustria; Sharjah Biennial 11 Film Programme, Emirados Árabes Unidos e Ver é Uma Fábula, uma retrospectiva com grande parte das obras do artista expostas no Itaú Cultural, em São Paulo. 
Sua filmografia totaliza nove longa-metragens: O Homem das Multidões (2013), Otto (2012), Elvira Lorelay Alma de Dragón (2012), Ex Isto (2010), Andarilho (2007), Acidente (2006), Alma do Osso (2004), Rua de Mão-Dupla (2002) e o Fim do Sem Fim (2001), que participaram de renomados festivais internacionais como Cannes, Locarno, Sundance, Veneza, Berlim e Rotterdam, além de 30 curtas-metragens. Dentre os realizadores que organizaram retrospectivas de seus filmes estão o MoMA, Itaú Cultural, BAFICI (Buenos Aires) e a Cinemateca do México.

Hasan Zarif
Hasan Zarif

Palestino nascido no Brasil, Hasan Zarif é proprietário do Al Janiah - restaurante de culinária árabe e também centro cultural e polo de discussão política no centro de São Paulo.

Membro do movimento Palestina para Tod@s, Zarif é ativista da causa palestina e atua no campo das lutas populares e na questão da imigração.(foto: reprodução web)

Jera Guarani
Jera

A indígena Jera Guarani é professora e liderança interna da Aldeia Tenondé Porã, localizada na região de Parelheiros, zona sul de São Paulo, onde vive desde o nascimento.

Iniciou cedo a tarefa de ensinar, aos 13 anos, após difícil experiência como aluna no ensino regular, pois foi para a escola somente aos dez anos de idade sem saber pronunciar uma palavra do português. Aos 19 anos ela foi contratada pelo Estado como professora de língua materna, e mais tarde cursou pedagogia com licenciatura em educação indígena na USP, formando-se em 2008. A maior parte do tempo, dedicou-se ao trabalho com crianças da 1ª a 3ª séries, dando aulas de todas as disciplinas do currículo regular, além da educação indígena: cultura e língua materna. ( foto: reprodução web)

Paula Beatriz
Paula Beatriz

Atua no magistério público há 28 anos. É pedagoga de formação e especialista em Gestão Educacional, pela UNICAMP/SP, e em Docência no Ensino Superior, pela Universidade Estácio de Sá.

Em 2017, foi reconhecida como a 1ª Diretora Transexual da Rede Estadual de Ensino de São Paulo, pelo Ministério da Educação e pela Secretaria de Estado da Educação de São Paulo. Diretora da Escola Estadual Santa Rosa de Lima, em Capão Redondo, e professora na EMEF Maurício Simão, em Campo Limpo, conduziu a mobilização na inclusão de nome social de alunos(as) transexuais e travestis em listas de chamada e diários de classe. Também é militante independente dos movimentos sociais, políticos, educacionais e culturais LGBT, tendo participado da elaboração do 2º Plano Estadual de Enfrentamento à Homofobia do Estado de São Paulo e do Grupo de Trabalho de Diversidade e Gênero da Diretoria Regional de Ensino de Campo Limpo. Atualmente é Conselheira de Ética do Fórum Paulista de Travestis e Transexuais. Já ganhou o 1º Prêmio “Telma Lipp” - categoria Educação no IX Encontro Sudeste de Travestis e Transexuais, o Prêmio “Claudia Wonder” na 4ª SPTransvisão – em comemoração ao dia 29 de janeiro - Dia da Visibilidade Trans, além do “Prêmio PapoMix da Diversidade - 5ª Edição” na categoria de “PERSONALIDADE TRANSEXUAL”.

Yuri Amaral
Yuri Amaral

O cineasta vive e trabalha em São Paulo, onde se formou em Audiovisual pela ECA-USP, com ênfase em Direção e Montagem, orientado pela montadora Vânia Debs. Assina os curtas-metragens Eletrotorpe (2009), premiado em diversos festivais brasileiros e The Best of Lambada (2013).

Sua carreira é marcada como montador de documentários, com foco na experimentação de linguagens, em especial pelos trabalhos realizados com Marcela Lordy em Ouvir o Rio: uma escultura sonora de Cildo Meireles, Juliana Vicente em Leva e Renê Guerra em Quem tem medo de Cris Negão? Participou da fundação da produtora Preta Portê Filmes, com destaque para a montagem de Pajiroba – Amazônia Sustentável, de Juliana Vicente. Como produtor realizou La Ultima Frontera, de Diogo Faggiano – obra premiada pelo Curta Cinema e pela Kinoforum. De lá para cá, montou Guataha, de Clarissa Knoll - para o DocTV Latinoamérica - e o longa de ficção Anna K., de José Roberto Aguilar - no qual ainda atuou como diretor assistente; montou e finalizou Sem Pena, de Eugenio Puppo, premiado Melhor Filme pelo Júri Popular do 47º Festival de Brasília; e finalizou Homem Comum e Eduardo Coutinho 7 de Outubro, ambos de Carlos Nader, para quem montou o documentário A Paixão de JL - vencedor dos festivais É Tudo Verdade e Mix Brasil e do Prêmio Especial do Júri no 37º Festival Internacional do Novo Cinema Latino-Americano de Havana. Foi diretor assistente de Leonilson, também de Carlos Nader. Seu trabalho mais recente inclui a montagem de Meu Corpo É Político, documentário de Alice Riff, que teve estréia no Visions du Reel e ganhou o prêmio de melhor filme brasileiro no 6º Olhar de Cinema - Festival Internacional de Cinema de Curitiba.